domingo, 26 de outubro de 2014

Restrições que só a vida em comunidade proporciona

Andei pensando se ia escrever sobre isso hoje. Tenho andado meio mau humorada por conta disso, e creio que esse texto vai ser o mais injusto que eu já escrevi desde que comecei a aprender as vogais. Mas o fato é que as pessoas SABEM que eu tenho um sono leve demais — que beira à insônia — e que qualquer barulho ou qualquer luz de farol de carro me acorda e eu fico horas divagando até o sono chegar novamente. E quando esse lindo chega e eu finalmente acho que vou grudar meus olhinhos e sonhar com a Ellen Page, adivinhem só, já é hora de levantar.
A seguir, o drama de uma jovem de vinte anos que só queria dormir bem entre a noite de sábado e manhã de domingo: Hoje foi um desses dias em que as pessoas aqui em casa aparentemente foram mordidas pelos percevejos de suas camas.
Ok, passado o dramalhama, fiquei de 4h da manhã até as 9h jogando GTA V e pensando sobre tantas coisas que não podemos fazer quando moramos com os pais, amigos ou whatever. Vejam, AMO MEUS PAIS E IRMÃOS, mesmo. Só que, nossa... às vezes é chato olhar para o quadro da "privacidade e tempo pra mim mesma" e ver que tenho 0 pontinhos. Preparem-se porque vai começar minha lista básica:

NÃO PODER ANDAR PELADA PELA CASA


Pelada, pelada. Nua com a mão no bolso.
Crédito: http://www.deviantart.com/art/nude-100097617

Nesse caso estou supondo que minha casa tem muros altos o bastante para que ninguém de fora me veja — o que não é o caso, mas finjam que é. Eu tenho esse sonho, venho cultivando tanto esse desejo que ele já se tornou até intrínseco à minha existência. Andar pelada é a maior prova de emponderamento do meu próprio corpo em dias quentes. Moro pertinho da linha do Equador, e não mereço passar esse perrengue que estou passando, sinceramente...
Acho curioso esse traço que herdamos da cultura europeia — na verdade, já com grande influência do puritanismo cristão —. Pouco restou da cultura indígena, e vamos combinar aqui entre nós: era muito mais condizente com os padrões climáticos. Eu não reclamo de ter que usar roupa em lugares públicos. Mas podiam ter criado uma convenção social do tipo "olha, entre familiares tá liberadíssimo não usar roupa por causa do calor". Já amadureci muito essa ideia, e pretendo colocá-la em prática nem que seja só por uma semana. (Mãe, nessa parte do post eu dou o aval para toda família viajar sem mim)


NÃO PODER FAZER BRIGADEIRO A HORA QUE EU QUERO


Uma imagem que nem precisa de legenda.

Amo brigadeiro e acho um absurdo NA VERDADE UM COMPLETO DISPARATE não poder fazer brigadeiro quando tem leite condensado em casa. Minha mãe tem essa regra dela de fazer vidinha com o leite condensado, porque caso ela queira fazer alguma coisa diferente, vai ter o leite condensado ali e ela não vai precisar ir ao mercado porque só ela vai. Essa é a expectativa de todos. A realidade: o leite condensado vira doce de leite de tão quente que é o clima, e ninguém faz nada. E eu fico na vontade de pegar todo o leite condensado do mundo e fazer um grande brigadeiro, preencher uma piscina e mergulhar nela. É.


NÃO PODER OUVIR MÚSICA E FAZER PERFORMANCES ARTÍSTICAS

Eu sou a Beyoncé. Mesmo que ela não saiba disso ainda. E quando eu coloco meus fones de ouvido e fecho a porta do quarto, eu quero fazer essa dança:

Sou ou não sou uma diva?
Por gentileza, moradores da minha casa, NÃO ABRAM A PORTA QUANDO EU ESTIVER TRANSFORMADA EM BEYONCÉ. Grata.
A verdade é que diversas vezes eu estou dançando igual a uma louca, meu pai abre a porta, e fica a maior torta de climão no ambiente. Ou ele ri muito enquanto eu cavo um buraco na terra.


BOAS MANEIRAS E VIDA EM GRUPO
Poxa migs, que fedor.
Neste tópico falarei de coisas bem nojentas para nossa cultura: arroto e flatos. O ser humano, sendo uma espécie gregária, apresenta algumas restrições comportamentais que eu considero um tanto quanto preocupante. Ora, às vezes não há como controlar o poder da nossa digestão, e sei lá... a gente sente vontade de liberar aqueles certos gazes com odor, e quando não os liberamos, eles ficam incomodando e inchando nossas barriguinhas. Como lidar? Se você tem tempo pra correr até o banheiro e peidar à vontade, beleza. Ou se você é uma criança de 0 a 7 anos também está valendo, porque é nessa fase em que a gente começa a aprender esse lance complicado chamado boas maneiras. Quer dizer que nessa fase você pode soltar seus gases à vontade que os adultos vão achar lindo e ainda cheirar com a maior satisfação. Porém, se você já passou da fase de fofura infantil, aí precisa repensar a situação. Por exemplo: imagina você no carro com seu grupo de amigos indo ou voltando de algum lugar onde vocês tenham comido algo que tenha gerado um grau de flatulência alto. Pois bem, você está doido(a) pra peidar mas não vai fazer isso no meio de todo mundo. E quando faz, tenta ao máximo transparecer que não foi você, nem comenta sobre o assunto e só abre a boca se alguém o fizer antes pra reclamar.

(Barulho: póimmmm)
— Puxa vida, que fudum. Quem soltou essa, galera?
— É, alguém tá meio estragado por dentro hoje.
(risos no carro, todos abrem as janelas, suas mãos estão amarelas que eu sei)

Isso vale para absolutamente todos os lugares, até mesmo na sua casa. Meu irmão, por exemplo, tem sete anos e solta cada bufa! e já aprendeu que as pessoas em geral não gostam de sentir cheiro de flatos, e quando calha que ele o faz, já arruma um jeito de justificar ou dizer que não foi ele. A negação, amigos, é a melhor arma contra os flatos. Negue até mesmo se os militares pegarem você. O arroto, infelizmente, não há como esconder. Há maneiras de torná-lo mais "educado", digamos assim, porém é incômodo tanto arrotar quanto ver alguém arrotando ao seu lado e sentir aquele cheirinho da feijoada.
Lógico que se você for cara de pau e muito confiante de si mesmo, pode fazer que nem meu pai que já chega na sala de casa falando: "não sou delegado para ficar prendendo". O que vem depois disso vocês já sabem ou pelo menos têm noção.


PARA CASAIS: NÃO PODER DORMIR EM POSIÇÃO DE PATRICK

Cama, hoje eu vou lhe usar.
Essa eu dedico a você que já tem a cara metade, e dorme com ela na mesma cama com uma certa frequência. Dedico também a você que por algum motivo tem que dividir a cama com alguém que não é exatamente seu docinho de coco, isto é, vale pra mãe, amigos, primos, avós, cachorros, gatos e poltergeists. Não sei se vocês já repararam, mas o Patrick do Bob Esponja é uma ESTRELA DO MAR. E você sabia que podemos reproduzi-la de forma diabolicamente confortável numa cama de casal? Não, você não sabia. Infelizmente isso não é possível se você não dorme na cama sozinho. Então, apenas observem como a vida do Patrick parece um tanto quanto feliz:

Usem essa posição com moderação.

A verdade é que mesmo eu reclamando dessas coisas, eu gosto muito mais de viver em grupo do que se eu tivesse que morar numa casa completamente sozinha tendo que arrumar a casa inteira. Acho que mesmo com essas "limitações", gosto de ter família e alguém para ter do que reclamar. Não sei se pretendo morar sozinha um dia — é certo que eu vou sair da casa dos meus pais, mas talvez eu o faça pra morar com outras pessoas, amigos ou companheirx. Só não posso morar com sogra, porque aí é melhor ficar em casa mesmo.
Mas não vou mentir: às vezes eu bem que queria todo o brigadeiro só pra mim. Prontofalei.

Lindos que leem meu blog (ou não), sei que ando sumida e é por uma "péssima" causa: a faculdade está sugando o resquício de alma que ainda reside em meu corpo. Já estou num estágio de loucura que ando ouvindo certas vozes que me assustam no meio da noite: "Fernanda, explique para a turma como funcionam as antinomias de segundo grau". Curso de Direito está agravando minha falta de saúde mental, obrigada e boa noite.

13 comentários:

  1. assim, concordo com quase todos os pontos apontados. menos o do ficar pelada. mas eu andaria de boas com roupas de baixo, faz muito calor perto da linha do equador. você explanou diversos motivos pelos quais é melhor viver sozinha. eu, por exemplo, odeio interagir sem ter ânimo pra isso. e se pudesse, me trancaria e viveria no meu quarto [a casa está sempre cheia de gente, delsdocel].

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  2. Como não sou fã de doces, o do brigadeiro nem é problema pra mim. O de andar pelada, sei lá, faz sentido, mas acho que nunca tinha parado pra pensar seriamente na possibilidade. rs
    Não poder executar performances artisticas é realmente triste,preciso admitir.
    E quanto às boas maneiras, esta ai outra coisa que eu nunca tinha parado pra pensar, mas o que você disse faz todo sentido. Respeito as boas maneiras, mas isso não me impede de pensar e tentar entender porque algo tão natural e, pasmem, necessário, foi considerado falta de educação em primeiro lugar. Como uma pessoa recatada, eu não conseguiria nem ao menos levar a situação do carro na brincadeira. Triste realidade. Um vez, numa viagem com amigos, o sujeito me solta essa no meio da van:
    -Olha, acabei de peidar. Peidei mesmo, tenho esse direito, e quem não quiser cheirar abre a janela.
    Bem, isso prova que algumas pessoas se oferecem mais auto-liberdade que outras.
    A posição do Patrick, bem, mesmo se eu estiver em uma cama enorme, vou dormir encolhida, então isso meio que nunca seria um problema.
    Esse é um dos meus blogs favoritos pela forma como você faz observações cotidianas, simples, e consegue afirmá-las com a maior pertinência. Te adoro por isso. kk

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  3. Hum, não tenho essa pira de ficar andando pelada pela casa, mas também moro bem longe da linha do Equador. Pode ser que, aí mais pra cima,eu resolvesse pensar no caso. O que mais me incomoda na vida em comunidade, mesmo que em família, é o barulho. Meu irmão tem a mania chata de ouvir as músicas dele num volume altíssimo que nem mesmo a mais grossa das portas bloqueia, e eu acho isso totalmente irritante. Resolvi esse problema, pelo menos por enquanto, dando de presente de aniversário para ele um fone de ouvido mega power. Só me resta torcer para que os fones não estraguem JAMAIS. Meu pai é barulhento por natureza: canta o dia inteiro, quando sobe as escadas parece que são trinta pessoas subindo, e não um. É um horror e eu sou chata, hue. XD

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  4. CARA. Eu tenho MUITO NOJO DE ARROTO. MESMO. COM CHEIRINHO DE COMIDA. EU ODEIO ARROTO. Mas nem é por achar ~~falta de educação, é que eu tenho nojo mesmo. Agora peido, de boas. Eu e meu namorado peidamos perto um do outro e ainda avisamos. Não dá pra segurar, nada. É natural. É a mesma coisa alguém fingir que não faz cocô. Esse povo é bobo, né?

    Não tenho vontade de andar pelada pela casa. Gosto de ficar de roupa. Não ligo pra brigadeiro e não gosto de dormir estirada. MAS SIM, QUERO DANÇAR BREGAMENTE sem ninguém abrir a merda da porta. Pressupõe-se que, se a merda da porta está fechada, é pra ficar assim. Gente enxerida.

    Amei esse post :) BEIJOS GATA
    http://www.canseidesernerd.com

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  5. Eu falei em um post passado que amo a maneira como você escreve mas nossa eu preciso reforçar isso, EU AMO A MANEIRA COMO VOCÊ ESCREVE.
    Na minha casa nunca tem leite condensado, então não sofro pela mesma causa, deixo aqui minhas condolências.
    Dançar no quarto é algo que eu faço com muita frequência nos poucos vinte minutos que fico sozinha em casa diariamente, mas que já são suficiente para que eu consiga bater alguma parte do corpo na parede enquanto danço, não nasci pra ser diva sabe?
    E andar pelada também é um sonho meu ainda não realizado.
    Sobre arrotos e peidos: amo gente intima que você pode fazer isso sem se preocupar e ainda olhar pra ela com aquela cara de "hehehehe escapou hehehehe".
    Te indiquei para um Tag lá no blog <3

    http://novembroinconstante.blogspot.com.br

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  6. Como não posso comer chocolate, o brigadeiro é um problema a menos pra mim hahahaha mas andar pelada.. SOM NO ULTIMO VOLUME é meu sonho hahaha

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  7. Menina, te entendo. Moro sozinha por conta da faculdade e voltar pra casa nas férias/feriados é lindo nas primeiras horas, mas NÃO PODER SAIR DO BANHEIRO PELADA, CHATEAÇÃO! A gente cria muitos outros hábitos quando sai de casa e, quando vai visitar, nossa, NOSSA, eu só quero dormir no silêncio também. E o pior é que eu divido o quarto com o irmão caçula em SP, então imagina o drama. Ai.
    Dançar e divar como Beyoncé é rotina minha também - coloca o pop ali que eu subo no meu salto e divo. Le problema: quando alguém chega em casa e te pega no flagra. Aiii, já passei por isso. Odeio. Aqui, um hug pra você. *hugs*
    Gente, acho que nossas famílias só mudam o lugar, porque em casa existe exatamente a mesmíssima regra do leite condensado. Nossa, desde que virei bolsista não faço drama não, peço pro meu irmão correr no mercado e fazemos mil doces. E nem divido, comemos antes dos meus pais chegarem em casa, lavamos a louça e ó, crime perfeito <3 meu irmão é o cúmplice perfeito, hahaha!
    Ai gente, gases. Putz, como falar de gases? Ri alto aqui com o diálogo "fictício", hahaha! Mas poxa, deveria haver, sei lá, um bom senso, tampemos os narizes em prol da necessidade alheia! Pô, não é maldade, é o intestino que gosta da zoeira :'( Mas de fato, viver em grupo tem uma série de complicaçõezinhas que eu dispenso na minha vida - pena que só mentalmente, né. #tragédia.
    Nunca quis dormir em posição Patrick, mas eu me mexo bastante na cama, então acho que é por aí, hahaha! E ó, tranquilize-se, que morar sozinha é ficção: sempre tem um amigo que vem pegar algo e fica até o sol raiar, ou o amigo que vem e faz a janta (adoro esses <3) e coisas assim. Então sozinho abandonado é impossível, hahaha!

    Espero que consiga superar a faculdade - olha, se eu sobrevivi à esse meu fim de semestre pós-greve e ainda tirei boas notas, você ahaza amiga. Vai lá, coloca o salto 15, encarna a Beyoncé e mostra pra essa ralé como se faz. Se você conseguir colocar essa energia dos seus posts no curso, garanto ahazo de 100%, hahaha!

    Beijão Fernanda! :*

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  8. ai meu deus, como ao teus posts!! vou imprimir? *-*
    é uma delícia andar pelada em casa, já tive meus momentos de liberdade por aqui ahaha e quero isso para vida <3
    brigadeiro... outra relação de amor - e engordar kkkk
    é, realmente: conviver em grupo tem seus lados positivos e negativos! mas todo mundo sobrevive :p

    dentrodabolh.blogspot.com

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  9. Fernanda, eu moro sozinha a dois anos e 3 meses e to pra te dizer que não existe nada melhor no mundo. O problema é que agora não sei lidar com gente hahahahaa. quando vou pra casa dos meus pais no interior acho muito estranho tudo, "ter gente" por perto sabe? Não se posso comer as coisas ou se é pra algo especial, não dá pra sair andado de calcinha pela casa.

    Mas isso sou eu e eu sou uma pessoa quieta e no meu canto, gosto de cuidar da minha vida, de ir no cinema sozinha, de passar momentos comigo mesma. Funciono melhor e sou mais produtiva assim. Então morar sozinha foi a melhor coisa para a minha vida. Mas não é pra todo mundo. Tem quem precise de gente e de companhia pra ser mais feliz e ai não tem jeito, tem que se adaptar com a vida em comunidade mesmo ;)

    Beijoo

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  10. Você faz as melhores listas! *o*
    Me identifiquei com tudo nisso aí!! Não gosto de andar pelada, gosto de andar de roupas íntimas, adquiri esse hábito quando morava sozinha no intercâmbio ;_; E a regra do leite condensado é um pouco diferente aqui em casa, não pode fazer pq engorda D:
    Eu sempre sou esmagada pelo meu namorado, e nem em cama de casal nós dormimos )': E morar sozinha me deu a liberdade de não precisar arrumar o quarto, o que é bom, pq fazer isso é chato, mas também é ruim, pq eu não tenho noção e deixo a desorganização alcançar níveis alarmantes (minha mãe me mantém na rédea curta :"D)

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  11. Adoro suas listas, acho que certas coisas é impossível fazer porque tem sempre gente perto, como por exemplo fazer a sua performasse com alguma musica que a gente gosta. E também por morar com os pais que é meu caso, ter que aceitar certos tipo de coisas (gases e afins haha)

    Beijos

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  12. Hahaha esse negócio de andar pelada me lembrou uma famosa qualquer ai que li esses dias, que já criou os filhos se acustumando com a nudez desde... sempre? Infelizmente meu cérebro de peixe me fez esquecer o nome da dita cuja.
    Aff muito disso ja aconteceu. Tu tá lá, cantando e dançando pra milhares de fãs, e quando olha pra porta tem um ser. Triste demaaaais.
    Eu durmo em posição de Patrick e ninguém pode me impedir \o \o \o

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  13. Li tudo isso imaginando o Cid Moreira narrando HAHAHAHA
    De fato, eu tenho que concordar com TUDO. Principalmente com o fato de andar sem roupas, justamente pelas condições climáticas que nos é impostas quando no Brasil.

    Sobre não poder ser uma estrela do mar: HAHAHA eu tenho dividido cama faz mais de um ano, confesso que no começo era um pouco incômodo, mas me acostumei... Acostumei a sentir ele me OPRIMINDO no canto esquerdo quase sempre. É meio... incômodo. Mas, né.

    E, olha só: eu só danço no chuveiro. Fica aquela piscina, e sempre coloco a culpa na cortina do box. Meu namorado acredita, isso que vale hahaha

    beijos

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